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Locadora (45) – Fatalidade

DF

Quando terminei de assistir Sin City – A Cidade do Pecado pela primeira vez (e de lá pra cá foram umas sete), queria voltar para aquela cidade e conhecer novas histórias o mais rápido possível, por isso fiquei feliz quando o diretor Robert Rodriguez anunciou uma continuação alguns meses depois. Bom, não foi tão rápido assim, e depois de nove anos a esperada continuação, A Dama Fatal, estreou. Admito que você verá o mais do mesmo: estilização, garotas sensuais, homens transpirando masculinidade e, o mais importante para qualquer fã, muita, mas muita violência.

Garota Exemplar - A dissimulação segundo David Fincher

GG0O suspense, gênero que teve seu ápice nas mãos do mestre Alfred Hitchcock, acabou sendo marginalizado pelo cinema após a morte deste, sendo limitado a poucas produções (e grandes produções) até 1995, quando é ressuscitado pelo já clássico Seven – Os Sete Crimes Capitais, nas mãos do habilidoso David Fincher, que começava a trilhar o sucesso em Hollywood (antes havia dirigido Alien 3, que nem de longe foi um grande sucesso de crítica). Nos anos seguintes, nas mãos de Fincher, viriam outros grandes filmes: Clube da Luta, O Quarto do Pânico, Zodíaco e Millennium – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres. Em suma: ainda temos pouquíssimos suspenses por ano, mas só de saber que teremos pelo menos um filme de Fincher, já sabemos que o gênero estará muito bem representado.

Volume Máximo (33) – Para maiores de 18 anos

Strut

Quem não conhece Lenny Kravitz quase certeza que deve conhecer seus maiores sucessos como Again e Fly Away que marcaram o final dos anos 1990. Ou quem vai ao cinema, pode reconhece-lo como o estilista Cinna na franquia Jogos Vorazes

Sabendo quem ele é ou não, o importante é que seu novo trabalho na música, Strut, é um dos álbuns mais divertidos do ano. Difícil ficar sem dançar, e é admirável como Lenny consegue trazer uma unidade entre as músicas, mesmo com a nítida diversidade de influências que ele tem na bagagem como o reggae, soul, rock e funk.

Volume Máximo (32) – Vida Moderna

V

Estava curioso sobre o futuro da banda Maroon 5, pois após o sucesso do ótimo Hands All Over (um dos melhores álbuns pop que já ouvi), principalmente pela música Moves Like Jagger, a banda quis seguir um caminho que lhe rendesse mais dinheiro do que qualidade musical. Assim, eles substituíram o som genuíno de uma banda para o auto-tune e sons eletrônicos no fraco Overexposed.

Neste novo álbum, intitulado simplesmente de V, a banda procura repetir a fórmula de seu grande sucesso com a sonoridade do antecessor. Sim, este trabalho se mostra superior ao último, mesmo assim não está a altura do que a banda já mostrou nos primeiros álbuns.

Songs Of Innocence - U2

U2Capa

É nostálgico escrever uma crítica do novo álbum do U2. No Line On The Horizon, último trabalho da banda, foi uma das primeiras publicações do blog e, de lá pra cá, 5 anos disseram adeus. Durante este tempo, os irlandeses surgiram apenas em composições para trabalhos específicos, sem qualquer indício de álbum inédito. Agora, podemos finalmente ouvir material novo desta clássica banda que influenciou outras tantas que são adoradas hoje como Coldplay e The Killers. Songs Of Innocence é o nome da tão sonhada espera.