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Songs Of Innocence - U2

U2Capa

É nostálgico escrever uma crítica do novo álbum do U2. No Line On The Horizon, último trabalho da banda, foi uma das primeiras publicações do blog e, de lá pra cá, 5 anos disseram adeus. Durante este tempo, os irlandeses surgiram apenas em composições para trabalhos específicos, sem qualquer indício de álbum inédito. Agora, podemos finalmente ouvir material novo desta clássica banda que influenciou outras tantas que são adoradas hoje como Coldplay e The Killers. Songs Of Innocence é o nome da tão sonhada espera.

Locadora (44) - Realidade no Brasil e Fantasia em Hollywood

Mal

Malévola surge em meio a uma grande safra de releituras de contos de fada clássicos, a maioria delas insatisfatórias, como a fraca Alice No País das Maravilhas de Tim Burton, o insosso Oz – Mágico e Poderoso e o desastre João e Maria – Caçadores de Bruxas.

Em meio a tantos desapontamentos, a releitura de A Bela Adormecida, com Angelina Jolie como vilã, um visual extremamente sombrio e uma fantástica versão da clássica Once Upon A Dream cantada por Lana del Rey, prometia ser uma das grandes surpresas do ano. Bom, como era de se esperar, não passou de mais um grande desapontamento.

No filme, Malévola (Jolie) é traída ainda jovem pelo seu amor (Sharlto Copley), que lhe rouba as asas em troca de se tornar Rei. Mais tarde, como forma de vingança, ela amaldiçoa a filha do Rei, Aurora (Elle Fanning), ainda que sem imaginar que futuramente ela se encantaria com a garota, passando a questionar a si própria e a maldição que lançou.

Sinfonia cinematográfica

Sinfonia

Eu, Guilherme Augusto, criador do site Pisovelho, estarei na Terra-Média após o dia 26 de Agosto. Então, nas primeiras semanas neste mundo, o blog terá uma pausa em sua produção até eu me acomodar e separar um tempo para continuar. Não deve demorar muito, enquanto isso, preparei um especial para mostrar os meus 10 favoritos maestros do Cinema.

Locadora (43) – Blockbuster

America

Depois de um saldo positivo que terminou a primeira fase da Marvel Studios no cinema, graças ao filme Os Vingadores – The Avengers, o estúdio perdeu a mão em suas novas apostas, resultando num fraco Homem de Ferro 3 e um nada espetacular Thor 2. Porém, num ano que terá dois lançamentos da casa, o estúdio reencontra o tom certo entre uma boa história e um blockbuster. E este acerto responde pelo nome de Capitão América 2: O Soldado Invernal.

Novamente protagonizado por Chris Evans, o filme consegue a façanha de ser melhor que o antecessor, unindo a carga dramática praxe dos filmes de heróis (algo que virou padrão pós-Batman de Nolan) com uma atualização dos problemas políticos atuais. O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely discute temas como segurança pública, principalmente a utilização de drones, numa sociedade dominada pelo medo e que entrega sua liberdade para homens que só pensam em mais poder. Contudo, nada disso é muito aprofundado para não tirar o foco do Capitão e sua história contra o Soldado Invernal.

Guardiões da Galáxia – Os anti-heróis mais divertidos do Universo

GdG

Tony Stark/Homem de Ferro se tornou o personagem mais querido da Marvel no cinema, e grande parte desta popularidade se deve ao talento de Robert Downey, Jr.. O ator conseguiu criar um herói que, ao mesmo tempo que precisa superar seus conflitos internos, consegue ser  gênio, bilionário, playboy e filantropo, ou seja, divertido.

Depois vieram outros heróis famosos da casa, porém com histórias mais sérias, tendo um foco maior em seus atos heroicos. Então não foi surpresa nenhuma que quando juntou todos em Os Vingadores – The Avengers, Tony Stark rouba a cena com sua irreverência, tirando um pouco daquela carga dramática e seriedade presente nos filmes do estúdio (algo que Batman ajudou a fortalecer). Contudo, nos filmes posteriores como Homem de Ferro 3 e Capitão América: O Soldado Invernal, a Marvel insiste em trazer o universo dos super-heróis mais próximo de nossa realidade, discutindo problemas sócio-políticos. Até Tony Stark já não teve a mesma graça de antes. Então, já era a hora de um filme que se preocupasse em apenas divertir o público, não se levando a sério em nenhum momento, e apresentando personagens que deixaria Tony Stark orgulhoso.