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O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos

5Armies

Antes de tudo, quero compartilhar um pouco da minha experiência ao assistir O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos (e quem sabe – o que duvido muito – a despedida oficial da Terra-Média) em plena Nova Zelândia, um país que você respira a obra de J.R.R. Tolkien.

Em um simples cinema de Queenstown (capital dos esportes radicais e que você pode conhecer assistindo meus vídeos aqui), encontrava-me ansioso muito mais pela novidade do que pelo filme em si. Antes do filme começar, um documentário sobre toda a franquia (incluindo O Senhor dos Anéis) passou para dar aquele gostinho de nostalgia e saudade que aquele momento iria deixar. Outro ponto interessante é que apesar do cinema estar lotado – e com muitas crianças – não houve muito barulho que atrapalhasse a imersão do filme. E isso faz toda a diferença.

Volume Máximo (36) – O começo do fim

ACDC

É complicado exigir alguma qualidade em um álbum tão conturbado. Rock Or Bust, novo trabalho da banda AC/DC, começou com grandes problemas nos bastidores. O lendário guitarrista Malcolm Young teve que ser afastado das gravações por problemas sérios de saúde, sendo substituído por seu sobrinho Stevie Young. Pode ser uma das justificativas sobre o trabalho de guitarra ser bem burocrático neste álbum, o que é compreensível pela emergência. Depois o baterista Phil Rudd foi preso por tentativa de assassinato, não participando da tour promocional da banda.

No Fixed Address – Nickelback

Fixed

Apesar do Nickelback ser uma das bandas mais odiadas entre os fãs xiitas do rock que proclamam-se mestres em avaliar qualidade de algo com argumentos vazios e ofensivos, não há como negar que os canadenses durante os anos de trabalho lançaram poderosos hits e excelentes álbuns de rock and roll, principalmente no auge com All The Right Reasons e o meu sempre favorito Dark Horse (a entrega ao hard rock e a produção inspirada de Mutt Lange, mesmo produtor de Back In Black, fizeram deste álbum um dos melhores dos últimos anos).

Boyhood: Da Infância a Juventude - O cinema como reflexo da vida

BoyposterHá inúmeras formas de se fazer cinema. Pode-se seguir desde as mais tradicionais, com os caminhos já percorridos pelos cineastas, muitas vezes até como uma forma de homenagear a própria sétima arte; ou também pode-se seguir caminhos novos, que tragam novas formas de ver e imaginar a ação que se passa na telona. Esse tipo de inovação é e sempre será bem-vinda, uma vez que o cinema, como todas as outras formas de Arte, precisa se renovar constantemente, mostrando que ainda tem fôlego para muitas e muitas décadas. É com muita felicidade, então, que recebemos essa inovação de um diretor como Richard Linklater, que já havia dado o primeiro passo ao realizar uma trilogia (a linda trilogia Antes) composta quase que unicamente pelos diálogos de dois personagens, interpretados por Ethan Hawke e Julie Delpy.

Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

JVAdotando a mesma estratégia comercial que começou com Harry Potter e as Relíquias da Morte para prolongar um rendimento financeiro, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 também – idem a franquia do bruxo – não tem medo de aprofundar-se em temas socio-políticos e desenvolver personagens complexos em vez de fazer mais um blockbuster sem conteúdo e que aposta na ação frenética cheia de efeitos visuais para obter um rápido sucesso, mas que daqui um tempo será facilmente esquecido. Jogos Vorazes: Em Chamas amadureceu a ideia de fazer deste blockbuster infanto-juvenil um filme para refletir sobre uma sociedade cada vez mais fascinada e alienada por falsas informações na mídia.